Há pouco mais de um ano deu-se
início a construção do Partido Socialismo e Liberdade em Caetité. Para além de outras circunstâncias optamos por construir uma militância política no referido
partido pela sua atuação no cenário nacional, sua luta pela igualdade e
principalmente por sua preocupação em fazer uma nova maneira de pensar e agir
politicamente: Um novo partido contra a velha política.
Esse ideal de uma nova forma de
fazer política contrapõe com o que é observado em Caetité historicamente: onde
poucas famílias se revezando no poder local, duas famílias apenas em destaque
nos últimos anos. Verdadeiras oligarquias e seus discípulos se revezam na
administração da cidade, tanto no executivo quanto no legislativo. O ideal do
PSOL também choca com as práticas eleitoreiras comuns por aqui: campanhas
financiadas por empresários, grandes gastos em material de divulgação,
benfeitorias entregues na última hora, e a construção de uma ideologia como
time de futebol, em que não se vê o debate sobre um projeto de cidade e sim uma
disputa pelo poder em confrontos de quem é o mais forte e quem tem mais
torcedores (eleitores).
No processo eleitoral desse ano de
2012, o PSOL não apresenta candidatura para prefeito. Também não apoiamos
nenhum dos dois candidatos a prefeito. Na nossa visão eles não apresentam
propostas que transformem e mude para melhor a vida do povo caetiteense.
Estamos formulando um programa de atuação que possa de fato dialogar com vários
setores da sociedade, em especial a juventude, as classes trabalhadora e menos
favorecidas e as associações, para construir um projeto popular de cidade. Para
tanto, lançamos uma candidatura para vereador, o companheiro Doriedson, ou Dorão
para os amigos, para tentar fazer esse diálogo com a sociedade, mostrando uma
nova forma de fazer política e que uma nova Caetité, voltada para o povo, é
possível.
Dori Brito explica alguns dos
porquês de sua candidatura: “Durante esses dias, logo depois que lançamos minha
candidatura para vereador, fui abordado por muitas pessoas querendo entender
porque entrei na política, já que por muitos é considerada uma prática
"suja". De muitas formas todos somos políticos. Eu respondi que
entrei para não deixar que essa juventude cantada em versos e prosas nos
palanques, só [possa] ser lembrada de 4 em 4 anos, entrei para não deixar que
os pais dessa juventude percam seus filhos para os males do mundo, entrei para
não deixar que essa juventude tenha como única opção de diversão o Facebook.
Entrei para defender você muitas vezes excluído por esses políticos de sempre. Temos
sim que criar projetos para esses jovens, e eu já tenho os meus. Pode
acreditar, quem me conhece sabe que sou capaz.”
Pra pensar uma nova forma de
política, pelo diálogo com a sociedade, por um projeto para Caetité, pela
participação da juventude, por novos paradigmas: Dori Brito 50000.
Direção e militantes do PSOL –
Caetité.

