quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Soneto aos que lutam

Ainda tem muitos que não saem da luta
Existindo apesar das mazelas e do preconceito
Exigindo melhores condições e respeito
Contra a mídia, o estado e sua força bruta

Lutam não só por feijão e fruta
Formulando um novo conceito
Para a emancipação do sujeito
Que hoje é explorado, oprimido e furta

As mulheres querem mais liberdade
Os negros, a histórica reparação
Homossexuais, direitos em igualdade

O operário reivindica em sua organização
Todos lutam pela felicidade
Com escola, cultura e pão

Antônio Francisco Rodrigues de Freitas
PSOL
Contraponto

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